quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Segundo trailer do Livro "A Arte de Matar - Os ideais de um comandante"


Segue o segundo trailer do livro "A Arte de Matar - Os ideais de um comandante"

O vídeo contém mais alguns detalhes sobre a obra

Confira abaixo:



terça-feira, 18 de agosto de 2015

Trailer do livro "A Arte de Matar - Os ideais de um comandante"


Como seria adentrar a mente de um comandante nazista, em plena Segunda Guerra Mundial? E, se este comandante tivesse interesses secundários e discordasse das opiniões nacionalistas?

Em breve o lançamento do livro "A Arte Matar - Os ideais de um Comandante", que narra as ideologias conflitantes de um general nazista com afeições comunistas que, sozinho, casou a queda de todo um primado, em razão de suas ações como espião e informante, para ambos os lados.

Lançamento pela Editora Garcia





 

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

A ARTE DE MATAR (Cleberson Kadett)

Na editora GARCIA, as novidades não param de acontecer!

A ARTE DE MATAR (Cleberson Kadett)

LANÇAMENTO EM BREVE


Editora GARCIA
www.editoragarcia.com.br


Durante a Segunda Guerra Mundial, um general-comandante ousou desafiar o seu próprio país e a sua própria nação, valendo do desvio de informações e espionagem. Guiado por suas próprias ambições ele traiu exércitos, realizou emboscadas e conseguiu, sozinho, destruir todo um primado, baseando-se em ideias conflitantes e antagônicas, mas que ao mesmo tempo estavam interligadas em uma ideologia própria. Descendente de russos e naturalizado alemão, ele se tornaria um mestre na arte da persuasão, influenciando a muitos e dominando todos que o cercavam, até sua polêmica morte no final da guerra. Suas ações seriam decisivas para a derrocada do Terceiro Reich, bem como para sua própria queda pessoal.


 


quarta-feira, 12 de agosto de 2015

A Arte de Matar - Os ideais de um comandante

Lançamento em breve pela Editora Garcia

A Arte de Matar - Os ideais de um comandante

Durante a Segunda Guerra Mundial, um general-comandante ousou desafiar o seu próprio país e a sua própria nação, valendo do desvio de informações e espionagem. Guiado por suas próprias ambições ele traiu exércitos, realizou emboscadas e conseguiu, sozinho, destruir todo um primado, baseando-se em ideias conflitantes e antagônicas, mas que ao mesmo tempo estavam interligadas em uma ideologia própria. Descendente de russos e naturalizado alemão, ele se tornaria um mestre na arte da persuasão, influenciando a muitos e dominando todos que o cercavam, até sua polêmica morte no final da guerra. Suas ações seriam decisivas para a derrocada do Terceiro Reich, bem como para sua própria queda pessoal.



terça-feira, 7 de julho de 2015

Kindle, Lev ou Kobo: Qual e-reader oferece o melhor custo-benefício?

Os livros de papel ainda não morreram, mas esse futuro não deve estar longe se depender dos leitores digitais Kindle, Lev e Kobo. Feitos para reunir uma biblioteca no bolso e não cansar os olhos ao ler graças à tecnologia E-Ink na tela, esses dispositivos vêm ganhando cada vez mais adeptos no Brasil. Os três já podem ser comprados por aqui e têm preço bastante similar. Se você está pensando em adquirir um, veja antes o comparativo que preparamos e descubra qual deles tem o melhor custo-benefício.
 
Veja comparativo entre os e-readers disponíveis no Brasil e descubra qual o melhor (Foto: Reprodução/Paulo Alves)


Design: Empate

Leitores de livros digitais são feitos pensando no conteúdo, por isso seu design costuma ser discreto. É o que se pode ver ao comparar Kindle, Lev e Kobo, dispositivos confortáveis de carregar por pesarem menos de 200 g e trazerem corpo compacto. Entre eles, o menor é o Kobo, cuja versão mais robusta Kobo Aura mede somente 8 mm de espessura. Kindle e Lev são ligeiramente mais espessos, com 10,2 mm e 9 mm, respectivamente.

Kindle 7 geração (Foto: Divulgação)

Os três modelos trazem acabamento em plástico com um material texturizado na parte traseira, que facilita o carregamento com uma só mão. O Kobo é o que mais se diferencia nesse quesito por ser um pouco mais estofado atrás, entretanto, no final, não chega a fazer nenhuma diferença significativa para o usuário.
O Lev é o único que traz um botão físico na parte frontal, destinado à abertura do menu na tela inicial ou ao ler um livro. Ao usar o Kobo e o Kindle, essa tarefa é feita tocando na parte superior da tela touch, que exibe um menu virtual.

Hardware e Desempenho: Kindle

Com a chegada do Novo Kindle, agora já não há modelos de e-reader sem tela sensível ao toque à venda no Brasil. Tanto o Kobo Touch quanto o Lev já ofereciam o recurso, que agora também é visto em todas as versões do dispositivo da Amazon. Mas, a experiência de uso não chega a ser a mesma entre eles.

Tela do Kindle é a mais que oferece mais precisão para marcar texto e criar notas (Foto: Divulgação)
 
O Kobo tem certa dificuldade em identificar com eficácia os toques do usuário, que pode ter problemas ao marcar textos e fazer anotações. O Lev não chega a ter esse defeito, mas não acompanha a precisão oferecida pelo Kindle: nele, todos os comandos são aceitos mais rapidamente, o que significa mais conforto e fluidez na usabilidade.

O e-reader da Amazon também é o mais eficiente na rapidez de transição de telas, apresentando um desempenho geral levemente superior aos concorrentes. A diferença é pequena, porém perceptível, mas não deve ser o principal fator de compra nesse caso.
Em termos de hardware, o mais importante a ser considerado é a qualidade da tela, em que há um empate técnico se considerarmos que as três marcas têm modelos com display de 6 polegadas e versões com 758 x 1024 pixels de resolução (Kindle PaperWhite, Kobo Aura e Lev). Há, ainda, versões mais modestas do Kobo e do Kindle, ambos com telas de 800 x 600 pixels de resolução, e o Kobo Aura, o único e-reader Full HD.

Armazenamento: Kobo e Lev

Esse é um quesito em que Kobo e Lev trazem larga vantagem sobre o Kindle. Isso porque os dois possuem entrada para cartão SD, permitindo ao usuário expandir a memória do e-reader quando necessário. Quem compra o Kindle, portanto, fica limitado aos 4 GB internos, embora esse espaço seja suficiente para armazenar até 2 mil livros.
 
Kobo Aura armazena até 30 mil livros (Foto: Luciana Maline/Techtudo)
 
A dica, portanto, vale mais para quem pretende ler quadrinhos ou arquivos em PDF pesados e com muitas imagens. Se você for um leitor comum de textos, a presença da entrada para cartão de memória é indiferente.

Biblioteca: Kindle e Lev

O Lev sai na frente na quantidade de títulos em português disponibilizados pela Livraria Saraiva, deixando o Kindle em segundo lugar e o Kobo, da Livraria Cultura, em terceiro. Mas, se você considerar livros em inglês e outras línguas, além de obras que só foram lançadas em meio digital, não há dúvida: a Amazon é muito maior do que Saraiva e Cultura juntas.

Lev, da Saraiva, tem à disposição o maior catálogo de livros em português (Foto: Divulgação)

Se você pretende adquirir livros de fontes externas, o Kobo certamente é a melhor escolha. Ele é o que aceita mais formatos de e-books, incluindo o popular ePub, tornando-o ideal para rodar conteúdo baixado da Internet nesse formato e transferir para o Kobo via cabo USB. O Kindle faz o mesmo, mas somente para o formato MOBI, obrigando o usuário a converter e-books em ePub para essa extensão antes de ler. Veja como fazer o procedimento.

Já o Lev é o mais recomendado para estudantes que precisam ler muitos arquivos em PDF. Ele é o único dos três com Reflow, recurso que rearranja o texto na tela para facilitar o redimensionamento de fonte e tornar a leitura de PDFs confortável – Kindle e Kobo trabalham com o PDF puro, exigindo que a tela seja movida para os lados ao dar um zoom no texto.

Interface: Kobo

O Kobo é, certamente, o que apresenta a melhor interface do usuário entre os três. Ela apresenta o equilíbrio certo entre organização e atratividade visual, com conteúdo arranjado de forma gráfica na tela em “Prateleiras”. Tanto Kindle quanto Lev são mais simples, exibindo livros em listas, sendo o dispositivo da Amazon o único que permite criar coleções.

Interface do Kobo é a mais bem organizada dos três (Foto: Divulgação)

O Lev é o mais complicado de usar na hora de usar recursos que ajudam na leitura. Para fazer uma anotação, por exemplo, são necessários muitos passos até que se digite o texto, enquanto no Kindle essa tarefa é extremamente simples. O Kobo seria bom nesse ponto se a sensibilidade baixa da tela não prejudicasse a precisão da marcação do texto e da digitação no teclado virtual.

Bateria: Empate

Os três e-readers apresentam desempenho de bateria bastante similar. Há variações entre os modelos de cada marca, mas, se considerarmos os melhores de cada, é possível ler cerca de duas horas por dia por um mês antes de a bateria acabar. No geral, a experiência que se tem é de realmente esquecer de carregá-los, dada a diferença brutal de desempenho energético em comparação com smartphones e tablets.

Preço e disponibilidade: Empate

É possível comprar qualquer um dos três dispositivos pelo mesmo valor se considerarmos os modelos mais simples: R$ 299 pelo Kobo Touch, Novo Kindle ou Lev. O preço sobe um pouco para os modelos com iluminação, sendo o Lev Com Luz o mais barato, vendido por R$ 399. Kobo Glo e Kindle PaperWhite custam ambos R$ 479. A Kobo tem ainda o Aura, vendido a R$ 659; e a Amazon tem o Kindle PaperWhite 3G, com conexão de dados gratuita, comercializado por R$ 699. Todos podem ser adquiridos nos sites oficiais de Saraiva, Cultura e Amazon, ou em varejistas como Extra e Ponto Frio no caso do Kindle.
 
Lev (Foto: Reprodução/ Anna Kellen Bull)
 
Conclusão

Após a análise, verificamos que o Kindle faz jus à fama que tem e entrega talvez o melhor pacote entre os três e-readers disponíveis no Brasil. Em termos de ecossistema, ele leva larga vantagem devido ao tamanho da Amazon e à dimensão do seu acervo em todas as línguas.
Mas, como todo produto, ele não agrada a todos. Se você quiser mais liberdade e independência do Calibre, software de conversão de e-books, o Kobo talvez seja sua melhor escolha. Do mesmo modo, o Lev apela mais aos consumidores que só leem em português ou precisam de um dispositivo que rode PDF com perfeição.
 
Autor: Paulo Alves
Fonte: TechTudo

quarta-feira, 10 de junho de 2015

O que é um Ebook?

Ebook (ou e-book) é uma abreviação do termo inglês eletronic book e significa livro em formato digital. Pode ser uma versão eletrônica de um livro que já foi impresso ou lançado apenas em formato digital.

Alguns dos formatos digitais mais populares são HTML, PDF (Portable Document Format), ePub (eletronic publication) e DjVu (pronucia-se déjà vu). Um ebook pode ser lido através do computador, PDA, iPad, Smartphone ou em dispositivo próprio para esse efeito à venda no mercado denominado eBook Reader.

O eBook Reader (eReader), como por exemplo, o Amazon Kindle, é um aparelho portátil criado especificamente para a leitura de livros digitais. Possui uma tecnologia de iluminação da tela diferente dos outros leitores digitais, possibilitando ao leitor uma sensação mais próxima da leitura do livro em papel.

É possível obter ebooks gratuitamente em bibliotecas públicas online ou em outros sites que disponibilizam livros digitais, como por exemplo o Google Books. Os ebooks também podem ser adquiridos em diversos sites de vendas online.
 
Fonte: http://www.significados.com.br/ebook/

domingo, 31 de maio de 2015

Por que devemos ler para os nossos filhos?


A capacidade de compreensão da palavra escrita é um processo complexo e começa com as primeiras histórias que lemos para as crianças.

A leitura para crianças entrou na lista das orientações básicas que pediatras americanos devem passar aos pais durante as consultas. A importância dessa prática tornou-se oficial recentemente, com a nova declaração da Academia Americana de Pediatria (AAP). Ao recomendar que pais leiam aos filhos diariamente desde o berço, a entidade faz seu primeiro movimento para integrar a medicina pediátrica e o desenvolvimento da linguagem.

A declaração destaca o papel dos livros infantis na aquisição do vocabulário e de outras habilidades de comunicação que devem preceder a alfabetização para garantir o bom desempenho escolar.

Com essa estratégia, os pediatras esperam reduzir as diferenças de linguagem entre crianças de famílias de alta e de baixa renda. No final do ano passado, um estudo da Universidade de Standford concluiu que já aos dois anos é possível perceber diferenças no vocabulário de acordo com escolaridade e renda da família. Filhos de pais com níveis mais altos de educação conhecem, em média, 30% mais palavras nessa idade.

Como um estímulo isolado, os 15 a 20 minutos de leitura diária em família não garantem a educação literária. Seu sucesso depende de outros recursos que se complementam no lento e trabalhoso processo de familiarização com a palavra escrita.

Juntamente com os livros, o diálogo, as canções e as rimas vão construindo no cérebro infantil o caminho que, mais tarde, vai facilitar a passagem do universo das letras. Um universo que não se limita à decodificação dos símbolos: a relação saudável com a palavra escrita envolve a interpretação dos vários tipos de textos, uma capacidade restrita à minoria da população.

A dificuldade de compreensão na leitura é hoje um dos principais desafios da educação.

Começa na infância e com frequência atravessa toda a vida escolar e adulta. No Brasil, 38% dos alunos do ensino superior não dominam habilidades básicas de leitura e escrita, de acordo com levantamento de 2012 do Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf), do Instituto Paulo Montenegro. Isso significa que mais de um terço dos profissionais graduados não compreendem um texto com ideias e estruturas gramaticais mais elaboradas e não têm a capacidade de utilizar a palavra escrita para se expressar de forma adequada.

O fato é que aprender a ler é um processo extremamente complexo, que começa no momento em que os pais apresentam o primeiro livro para o bebê e se estende por toda a vida escolar. O cérebro humano se desenvolveu para dominar a linguagem verbal, mas não apresenta nenhuma sequer estrutura dedicada especialmente à compreensão da escrita. Ele precisa criar um circuito para possibilitar a leitura, envolvendo e conectando diversas regiões.

Da região occipital (visual), a informação viaja rapidamente para fazer conexões no hemisfério esquerdo, passando pelo giro fusiforme - área dedicada ao reconhecimento de objetos da natureza, que é reciclada para decodificar os símbolos da escrita. O processo envolve também a área auditiva, que identifica o som e, finalmente, o lobo frontal, que dá significado à palavra de acordo com seu contexto.

O cérebro de um leitor iniciante é diferente de um leitor experiente. De acordo com o neurocientista cognitivo Stanislas Dehaene, em seu livro Os Neurônios da Leitura (Penso Editora), apenas na adolescência - e em pessoas habituadas a ler diariamente - o caminho da leitura estará bem construído no cérebro.

As mudanças provocadas pela leitura são tão profundas que afetam não apenas a atividade como a anatomia do cérebro. Segundo Dehaene, a parte de trás do corpo caloso (região que une os hemisférios cerebrais) é mais grossa em letrados, o que mostra forte aumento no fluxo de informações entre os hemisférios. Não apenas ao ler, como ao ouvir palavras, o lado esquerdo do cérebro é mais ativo nas pessoas com hábito de leitura.

Trata-se, portanto de uma transformação que não pode e nem deve acontecer de forma rápida ou precipitada. Apesar de muitos pais e escolas acreditarem que o sucesso na educação infantil está relacionado com a alfabetização precoce, ela pode ser um dos problemas da construção fraca desse novo circuito.

Estudos mostram que a maturidade para a alfabetização geralmente ocorre entre seis de sete anos, quando acontece o que Dehaene chama de "revolução mental". É quando a criança começa a compreender que a palavra pode ser quebrada em diferentes fonemas. No entanto, nenhum cérebro é igual ao outro e pode haver variações na facilidade com que cada criança se familiariza com a linguagem escrita.

Seja qual for o tempo de cada um, a ampliação da capacidade cerebral requer muita prática. E a AAP está certa ao sugerir que ouvir histórias é o início dessa prática. O autor de livros infantis e especialista em leitura Mem Fox defende que, antes de a criança começar a ler, mil livros sejam lidos para ela. Isso não significa que devam conhecer todos os títulos infantis do mercado: repetições são válidas e importantes nessa fase da infância. Para crianças é uma grande satisfação poder prever o que vai acontecer na história, assim como estarem familiarizadas com as palavras e expressões do livro.

Segundo a diretora do Centro de Pesquisa em Leitura e Linguagem da Universidade e Tuft, Maryanne Wolf, nos primeiros cinco anos as crianças devem ser expostas às diversas formas de linguagem. Autora de Proust and The Squid, livro que explora a ciência do cérebro leitor, ela lembra que o circuito de leitura exige muito desenvolvimento das áreas que abrange. E isso não se consegue ensinando bebês a ler, mas lendo para eles, mostrando a eles, de forma incansável, toda a riqueza de significados e possibilidades que a língua oferece.
 
Fonte: Brasil Post
Autora:  Michele Müller

terça-feira, 12 de maio de 2015

Por que ler é importante?

Existem vários porquês da importância da leitura! Todo mundo sabe que ler é essencial, mas a maioria acha muito difícil!





Com o intuito de despertar seu interesse pela leitura, vejamos alguns motivos pelos quais você deva começar ou continuar a ler:

1. Entendimento: uma boa leitura leva a pessoa ao entendimento de assuntos distintos. Afinal, o que é entender senão compreender, perceber. Como você saberá conversar sobre determinado tema se não tem percepção ou se não o compreende?

2. Cultura: através da leitura temos possibilidade de ter contato com várias culturas diferentes. Sabemos como determinado povo se comporta, os motivos pelos quais agem de forma distinta da nossa. Além disso, compreendemos melhor o outro quando passamos a saber a história de vida que o cerca. Consequentemente, lidamos melhor com quem é diferente de nós e não temos uma opinião pobre e geral das circunstâncias.

3. Reflexivos: lendo, nos tornamos reflexivos, ou seja, formamos uma ideia própria e madura dos fatos. Quando temos entendimento dos vários lados de uma mesma história, somos capazes de refletir e chegar a um consenso, que nos traz crescimento pessoal.

4. Conhecimento: através da leitura falamos e escrevemos melhor, sabemos o que aconteceu na nossa história, o porquê de nosso clima e do idioma que falamos, dentre muitas outras possibilidades.

5. Leitura dinâmica: quem lê muito, começa a refletir mais rápido. Logo, adquire mais agilidade na leitura. Passa os olhos e já entende sobre o que o texto está falando, a opinião do escritor e a conclusão alcançada.

6. Vocabulário: esse item é fato, pois quem lê tem um repertório de vocábulos muito mais avançado do que aquele que não possui essa prática.

7. Escrita: com conhecimento, reflexão e vocabulário é óbvio que o indivíduo conseguirá desenvolver seu texto com muito mais destreza e facilidade. Quem lê, se expressa bem por meio da escrita.

8. Diversão: sim, a leitura promove diversão, pois quem lê é levado a lugares que não poderia ir “com as próprias pernas”.

9. Informação: através da leitura ficamos informados sobre o que acontece no mundo e na nossa região. A leitura informativa mais usual é o jornal impresso.

Fonte: Portal Mundo Educação
Autora: Sabrina Vilarinho